terça-feira, 2 de janeiro de 2018

As emoções e as doenças.
· Acne: Não se aceitar; desamor de si.
· Adenoides - Atritos familiares, discussões.
· Alergias: Falso ego e sensibilidade.
· Alcoolismo - Sentimentos de futilidade, inadequação, culpa e auto-rejeição.
· Amigdalite : Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
· Anemia: Falta de prazer; desinteresse da vida.
· Anorexia: Ódio ao extremo de si mesmo.
· Apendicite: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
· Arteriosclerose: Resistência. Recusa em ver o bem.
· Artrite: Amargura, ressentimento, crítica, sentimentos de desamor.
· Asma: Super sensibilidade; amor sufocado; supressão do choro, sentimentos sufocados.
· Bexiga (problemas): Ansiedade; resistência contra novas idéias.
· Boca (problemas ): Incapacidade de engolir idéias; fixação de opiniões e mente fechada.
· Bronquite: Ambiente familiar “inflamado”, Gritos e discussões.
· Bursite: Raiva reprimida, vontade de bater em alguém.
· Câimbras: Tensão; segurar-se; oprimir-se.
· Câncer: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo. Profundos segredos ou aflições corroendo o Eu; retenção longa dos ressentimentos; ferimentos profundos.
· Catarata: Futuro pouco claro; inabilidade de ver a frente.
· Ciática: Medo do dinheiro e do futuro.
· Cisto: Crescimento falso; fomentação de choques e machucados emocionais.
· Coceira: Desejos insatisfeitos, remorso; punição e culpa.
· Colesterol: Entupimento dos canais da alegria; medo de aceitar a alegria.
· Colite: Pais superexcitados; opressão, menosprezo; necessidade de afeto.
· Coração: Problemas emocionais sérios longamente suportados; falta do prazer, rejeição da vida. Crença nas pressões e no esforço.
· Corcunda: Raiva atrás de você, ressentimento conservado.
· Deslocamento de disco: Indecisão.
· Derrame: Resistência. Rejeição a vida.
· Diabetes: Profundo sentimento de mágoa; falta de (dar) afeto na vida.
· Diarreia: Medo, rejeição, fuga (eliminar de dentro o que está ruim).
· Dor: Congestão, bloqueio; crença em barreiras; punição, culpa.
· Dor de cabeça: Tensão, revolta, contrariedades emocionais. Sentimentos feridos.
· Dor de ouvido: Raiva; não querer ouvir.
· Edema: Super sensibilidade, individualidade machucada. Personalidade ferida.
· Enjoo de carro: Medo-dependência, sentimento de ser pego em armadilhas.
· Enjoo de mar: Medo; medo da morte.
· Enxaqueca: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
· Epilepsia: Rejeição da vida; sensação de perseguição; violência contra si.
· Esclerose múltipla: Dureza mental, coração endurecido, vontade de forra; inflexibilidade.
· Espinhas: Crença na feiura, culpa, ódio de si.
· Estômago (problemas): Incapacidade de assimilar idéias. Medo de novas idéias.
· Excesso de peso: Insegurança; auto-rejeição; procura de amor. Medo de perda, sufocar sentimentos.
· Fadiga: Resistência, aborrecimento; falta de amor pelo que faz.
· Febre: Queimar-se com alguém ou algo; raiva.
· Febre do Feno: Congestão emocional; confusão nas crenças; medo do moralismo.
· Fibromas: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
· Frigidez: Medo. Negação do prazer.
· Gagueira: Insegurança; falta de auto-expressão.
· Garganta: Repressão de raiva; ferimentos emocionais engolidos.
· Gastrite: Incerteza profunda. Sensação de condenação, idéias mal digeridas.
· Gengiva (problemas): Inabilidade de levar avante as decisões uma vez que elas sejam tomadas.
· Glândulas (problemas): Desequilíbrio; falta de ordem; distribuição insuficiente.
· Glaucoma: Pressão emocional por sustentar por longo tempo sentimentos feridos.
· Gota: Impaciência, raiva, dominação.
· Gripe: Respostas a negatividade e crença geral; medo, crença em estatísticas.
· Hemorroidas: Medo de prazos determinados. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
· Hepatite: Raiva, ódio. Resistência a mudanças. O fígado é o local da raiva e emoções primitivas.
· Hérnia: Carga, resistência mental, autopunição; raiva; expressões criativas incorretas.
· Herpes: Prolongada suspensão nervosa.
· Impotência: Pressão sexual, tensão, culpa; crenças sociais; rancor contra um antigo parceiro.
· Inchaços (verrugas): Auto-rejeição, medo, falta de amor.
· Indigestão: Medo, ansiedade, pavor.
· Infecções: Irritação, raiva, chateação.
· Insanidade: Escapismo, recolhimento; violenta separação da vida.
· Insônia: Tensão, culpa, medo.
· Laringite: Medo de verbalizar opiniões; raiva. Ressentimento da autoridade.
· Labirintite: Medo de não estar no controle.
· Meningite: Tumulto interior. Falta de apoio.
· Nervos, nervosismo: Comunicação, luta, pressa; medo, ansiedade. Pensamentos confusos.
· Nódulo: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
· Olhos (problemas): Não gostar do que vê em sua vida. Medo do futuro; não ver a verdade.
· Ossos (problemas): Rebelião contra a autoridade.
· Paralisia: Medo, escapismo, resistência, choque.
· Pele (problemas): Sentir-se ameaçado na individualidade; falta de segurança, impaciência; assadura; maneira de ganhar atenção.
· Pernas (problemas): Medo do futuro (as pernas carregam você para frente).
· Pés (problemas): Medo do futuro.
· Pescoço (problemas): Inflexibilidade, recusa em ver outros lados da questão; teimosia.
· Pneumonia: Desespero. Cansaço da vida.
· Pressão Alta: Problema emocionalmente duradouro e não resolvido. Manter por longo tempo problemas insolúveis.
· Pressão baixa: depressão, mágoa, derrotismo, raiva.
· Prisão de Ventre: Recusa de relaxar sobre velhas idéias; mesquinhez.
· Pulmões: Medo de receber e dar-se à vida.
· Quadris: Medo de ir avante em decisões importantes.
· Quistos: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
· Resfriados: Confusão, desordem, pequenos machucados; família e crenças estereotipadas.
· Retenção de líquidos: O que é que você tem medo de perder?
· Reumatismo: Falta de amor; ressentimento; amargura crônica; vingança.
· Rinite Alérgica: Congestão emocional. Culpa. Crença em perseguição.
· Rins: Crítica, desapontamento, fracasso.
· Roer unhas: Separação dos pais, pedaço de si que se recalca.
· Ronco: Teimosia, apego ao passado.
· Sangue (problemas): Falta de alegria; faltas de circulação das idéias; pensamentos estagnados.
· Sinusite: Irritação com pessoas próximas. Presença de pessoa que o irritam.
· Surdez: O que você não quer escutar? Rejeição, teimosia, isolamento.
· Tosse: Nervosismo, amolação, crítica.
· Tuberculose: Egoísmo; possessão; crueldade.
· Tumor: Crescimento falso; ferimentos e choques emocionais.
· Tumor no cérebro: Crenças incorretas computadas; teimosia; recusa em mudar os velhos padrões.
· Úlceras: Algo se corrói em você; ansiedade, medo, tensão. Crença em pressões.
· Urinar na cama: Medo dos pais (normalmente do pai).
· Urticária: Pequenos medos escondidos; exagero de pequenos problemas.
· Varizes: Negatividade, resistência; remoer emoções; sustentar um trabalho que você odeia; circulação entravada, atulhada de idéias; desencorajamento.
· Vesícula (pedras na): Amargura; pensamentos dolorosos que você não encontra meios de evitar.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

O que é a Candidíase e como ela deve ser tratada?

O que é a Candidíase e como ela deve ser tratada?

De repente, a mulher começa a sentir uma coceira quase incontrolável na região da vagina, acompanhada de uma sensação de ardor. O incômodo, que pode durar dias, vem da candidíase — uma infecção muito comum nas mulheres.

Não há dados oficiais sobre a incidência da candidíase, mas alguns estudos localizados indicam que mais da metade das mulheres brasileiras sofrem com o problema. Neste post, vamos explicar como tratar e também como prevenir a infecção.

Por que a candidíase aparece?
O incômodo é causado por um fungo — mais comumente, a Candida albicans. Trata-se de uma infecção oportunista. Isso quer dizer que basta a imunidade ficar afetada por algum motivo e a candidíase já começa a se manifestar.

O problema também está ligado à alteração do pH da vagina. O normal é que ele esteja em torno de 5 (um pouco ácido). Quando está mais baixo do que isso, o ambiente começa a ficar propício para a proliferação dos fungos.

Os principais fatores que levam a uma infecção por cândida são:

estresse;
tempo quente;
uso frequente de corticoides, antibióticos e anticoncepcionais;
uso prolongado de roupas justas e molhadas;
fazer a higiene íntima mais de duas vezes ao dia e usar protetores de calcinha regularmente;
doenças crônicas, como diabetes, HPV, AIDS e lúpus, que comprometem o sistema imunológico.
A mulher também fica mais propensa à infecção durante a gravidez, ou logo antes da menstruação. Apesar de não ser considerada uma DST, a candidíase pode ser transmitida por um parceiro contaminado.

Quais são os sintomas da candidíase?
Além da coceira intensa e da ardência, há outros marcadores clássicos da infecção:

corrimento esbranquiçado e em grumos;
vermelhidão na vagina;
dor durante o ato sexual;
ardor para urinar.
Esse mesmo fungo também pode causar uma infecção em homens e até em bebês. Nos homens, os sintomas mais comuns são manchas vermelhas no pênis, coceira, lesões em forma de pontos e um leve edema. Nos bebês, o fungo é o responsável pelas assaduras.

Como é feito o tratamento?
A grande maioria das mulheres provavelmente lidará com, pelo menos, um episódio de candidíase durante toda a vida. E o incômodo é grande, por isso, necessário procurar ajuda médica.

O tratamento é feito com a aplicação de pomadas antifúngicas. Elas devem ser aplicadas no local afetado em um intervalo de 3 a 14 dias, dependendo da orientação do médico. Para casos mais intensos, também pode ser prescrita medicação por via oral.

Além dos remédios, é importante descobrir a causa da candidíase e tratá-la imediatamente para evitar novos episódios. Alguns cuidados são fundamentais tanto no tratamento como na prevenção, tais como:

preferir roupas íntimas de algodão, que permitem respiração da pele;
dormir sem roupa íntima;
evitar absorventes internos e protetores de calcinhas;
lavar a região genital somente com água, ou com sabonetes íntimos com pH próximo ao da região;
usar preservativos nas relações sexuais.
A Candida albicans se alimenta, basicamente, de açúcares. Portanto, ter uma alimentação balanceada — rica em frutas, verduras, leguminosas e grãos integrais, e pobre em doces e farinhas refinadas também é uma forma de se cuidar.

A infecção não tratada pode se agravar para uma infecção urinária. Se você começou a sentir os incômodos da candidíase, não espere até o quadro piorar! Procure um médico!

quarta-feira, 11 de outubro de 2017



RELAXAMENTO EM 1 MINUTO.

Faça contagem regressiva olhando para cima

Às vezes nossa atenção está focada em algum problema e de tanto pensar não conseguimos achar uma solução. É aí que entra a técnica da contagem regressiva. Ela é capaz de tirar a atenção daquilo que está gerando ansiedade e aumentar a concentração.

Fixe seu olhar em algum ponto do teto e comece a contar lentamente 60, 59, 58…

Olhar para cima estimula o sistema nervoso, diminui o ritmo da respiração e reduz a pressão arterial.

Anota suas preocupações em um caderno

Quando anotamos algum tipo de preocupação ou compromissos, seu cérebro coloca aquilo de “escanteio”. Aquela preocupação não poderá ser resolvida naquele momento, mas em outro, você poderá retornar naquele assunto e resolve-lo com calma. Isso fará com que sua ansiedade diminua consideravelmente.

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Controle sua respiração por um minuto

A ansiedade pode aumentar seus batimentos cardíacos. O coração é um órgão repleto de terminações nervosas, por isso a reação aos estímulos cerebrais é rápida e fácil.

Ao controlar a respiração, estaremos controlando o ritmo do coração e reduzindo a sensação de ansiedade. A dica é respirar profundamente pelo nariz, segurar o ar e soltar lentamente pela boca.

Relaxe os músculos

Quando ficamos tenso ou nervoso, nosso corpo involuntariamente se contrai, isso pode causar desconforto e até dores. Na maioria das vezes os músculos mais afetados pelo nervosismo são os das pernas, costas e do pescoço. Para evitar o desconforto faça alguns alongamentos durante o dia. Para começar o costume, faça um alongamento ao acordar, outro na hora do almoço e o último antes de dormir.

Todos os tipos de alongamentos devem ser realizados com calma e lentamente.

Pratique essas técnicas diariamente e sinta-se mais confortável durante seu dia de trabalho!

sábado, 7 de outubro de 2017


Saiba quais são os sintomas e tratamentos para tontura
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Você já teve a sensação de que o mundo está girando? Pois saiba que a tontura ou vertigem recorrente — e sem causa aparente —, além de incômoda, pode indicar desde problemas no labirinto, o órgão do equilíbrio, quanto ser um alerta para doenças silenciosas como o diabetes que podem alterar o funcionamento do labirinto.
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O labirinto fica numa região chamada de orelha interna, que é responsável tanto pelo equilíbrio quanto pela audição. Por isso a pessoa que sente tontura pode também ter queixas auditivas, como zumbido.

O diagnóstico da causa da tontura depende de uma avaliação clínica feita pelo otorrinolaringologista e de exames complementares como o exame otoneurológico, audiometria, exames laboratoriais e ressonância magnética.

Sintomas de tontura são comuns a diversas doenças, desde hipoglicemia até esclerose múltipla, por isso devem ser valorizados.

Quer saber mais sobre as causas, os sintomas e os tratamentos para tontura? Confira:

Causas de Tontura
Abaixo estão listadas tanto causas de tontura quanto situações que podem piorar um quadro de tontura que a pessoa já apresente:

hipertensão;
Diabetes
Distúrbios da glândula tireóide
Doenças do labirinto, como a doença de Ménière
otites de repetição;
uso de alguns medicamentos;
consumo de álcool, cigarro ou café em excesso.


Os maus hábitos de alimentação — como ficar em jejum prolongado ou consumir grandes quantidades de açúcar — agravam a intensidade dos sintomas e aumentam o desconforto dos pacientes. O consumo de café ou álcool em grandes quantidades também prejudica a qualidade de vida de quem tem labirintite.

Para entender melhor a influência de fatores tão variados na mesma doença, é preciso saber que as células do interior do ouvido consomem grandes quantidades de oxigênio e de nutrientes.

Portanto, qualquer deficiência no suprimento desses itens — seja causada por estresse, distúrbios metabólicos ou infecções virais ou bacterianas —, compromete o funcionamento do labirinto, que, por sua vez, envia mensagens confusas ao cérebro sobre a posição do corpo no espaço, causando a característica perda de equilíbrio.

Além da tontura
O sintoma mais comum da doença, e que normalmente faz com que as pessoas procurem auxílio médico, é a tontura: sentir que tudo ao redor está girando e perder o equilíbrio.

Porém, esse sintoma pode vir acompanhado de muitos outros, tais como:

náuseas;
vômitos;
mal-estar;
suor excessivo;
problemas gastrointestinais;
queda de cabelos;
perda de audição ou zumbido no ouvido;
movimentos involuntários dos olhos;
sensação de estar sem chão;
Sensação de cabeça vazia.

Na fase aguda da doença, os sintomas podem durar desde alguns minutos até se prolongar por vários dias, a depender da causa e gravidade da doença.

Sem tratamento, a tontura pode se tornar crônica e afetar a rotina dos pacientes, prejudicando sua qualidade de vida. Em particular nos idosos, existe o risco de quedas. Somando-se a uma fragilidade nos ossos, como nos casos de osteoporose, quedas podem potencializar o risco de fraturas. Por isso, é importante procurar auxílio médico quando os sintomas aparecerem.

Tratamentos para tontura
O tratamento depende da investigação das causas e dos gatilhos das crises.

Se a doença for causada por uma infecção bacteriana, por exemplo, é necessário fazer uso de antibióticos. No caso de infecções virais, podem ser receitados corticoides e medicamentos para aliviar os sintomas.

Outras drogas que podem fazer parte dos tratamentos da labirintite são os vasodilatadores, os anticonvulsivantes e até antidepressivos — além de medicamentos para diminuir náuseas e aliviar a tontura nas crises.

Apenas o médico pode indicar o melhor tratamento para controlar os sintomas e curar a doença. A automedicação pode mascarar os sintomas e agravar a doença, além de ter graves consequências para a saúde.

A acupuntura alivia muitos desse sintomas mas, mesmo assim, se você ou um membro da sua família apresenta os sintomas, não deixe de procurar um otorrinolaringologista para fazer o diagnóstico e iniciar o tratamento.
Como Identificar Diferentes Picadas de Insetos

É extremamente difícil evitar ser picado por insetos, e, às vezes, é difícil identificar o que foi que te picou. Existem muitos insetos diferentes, e alguns deles transmitem diferentes doenças, por isso é muito importante poder identificar corretamente o que você tem. O guia a seguir te ajudará nesta tarefa:
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1. Mosquito
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Uma picada de mosquito geralmente é uma mancha vermelha inchada do tamanho de um grão, e geralmente aparecem em áreas do corpo que ficam expostas. Os mosquitos preferem picar onde a pele é muito fina, pois isso facilita a entrada nos vasos sanguíneos. Quando picam, eles injetam sua saliva que contém anticoagulantes que tornam o sangue mais fino. As picadas de mosquitos fazem com que a pele fique vermelha, coçando e inchada.
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2. Carrapato
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A reação do nosso corpo ao ser picado por um carrapato é um ponto vermelho. Os carrapatos podem infectá-lo com doença de Lyme, encefalite, borreliose e muitas outras doenças. Se você remover o carrapato da sua pele, mas o ponto vermelho continua a crescer, você deve consultar seu médico o mais rápido possível.
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3. Pulga
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As picadas de pulgas são muitas vezes confundidas com alergias ou picadas de mosquitos, pois muitas vezes são vermelhas e inchadas. No entanto, ao contrário dos mosquitos, essas picadas de insetos são dolorosas e coçam muito mais. As pulgas geralmente atacam as pernas, e um único inseto pode picar várias vezes, então a distância entre manchas vermelhas usualmente é de 0,5 a 1 centímetro. As picadas de pulgas podem ficar seriamente infectadas.
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4. Formigas
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A maioria das formigas é inofensiva para os seres humanos, mas a formiga-de-fogo (formiga vermelha) pode causar muita dor. As erupções aparecerão no local da picada e estas, mais tarde, se transformarão em cicatrizes. Além disso, o veneno das formigas contém toxinas, então a vítima pode ter uma reação alérgica perigosa ou entrar em choque anafilático. As ‘formicas obscuripes’ também podem picar os seres humanos, e sua picada parece com a de mosquito. No entanto, imediatamente depois de ser picada, a vítima sentirá uma dor ardente como se água fervente tivesse sido derramada na pele.
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5. Piolho
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Se você encontrar pequenos pontos vermelhos que se assemelham a picadas de mosquito em lugares onde crescem pelos e fios de cabelo, significa que você foi picado por um piolho de cabeça, de corpo ou pubiano. As picadas estão geralmente a poucos centímetros de distância uma da outra, e a pele parece que foi perfurada. Os piolhos podem transmitir doenças graves, como febre de trincheira e febre tifoide.
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6. Percevejos de cama
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À primeira vista, uma mordida de percevejos pode parecer uma picada de pulga, mosquito ou uma reação alérgica. A pele fica vermelha, inchada e começa a coçar. No entanto, as picadas de percevejos são muito próximas uma da outra e são mais dolorosas do que as picadas de mosquito.






quinta-feira, 5 de outubro de 2017

5 maneiras de reduzir o efeito da menopausa nas mulheres
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Fogachos, ondas de calor, diminuição da libido, problemas para dormir, mudanças de humor: os efeitos da menopausa já são bastante conhecidos, especialmente entre as mulheres. O desconforto pode começar por volta dos 45 anos, acompanhado de alterações menstruais que indicam o final da fase reprodutiva feminina.

O climatério, como é chamado o período de transição para a menopausa, não é uma doença, mas um processo natural do organismo. Porém, a intensidade dos seus sintomas e efeitos pode comprometer a qualidade de vida e indicar a necessidade de acompanhamento médico.

Uma boa maneira de aproveitar essa fase da vida livre de incômodos e transtornos é adotar uma postura proativa e manter um estilo de vida saudável. Quer conhecer algumas maneiras de reduzir o efeito da menopausa nas mulheres? Confira nossas dicas:

1. Praticar atividades físicas e exercícios
Atividades físicas, como caminhada, hidroginástica, natação e pilates, oferecem inúmeros benefícios para a saúde em qualquer época da vida, mas podem ser especialmente indicados para combater os efeitos da menopausa.

Exercícios físicos aumentam o bem-estar, evitam ganho de peso, fortalecem o sistema cardiovascular e melhoram a circulação sanguínea. Além disso, exercícios de levantamento de pesos ajudam a manter os ossos fortes e diminuir o risco de fraturas — a osteoporose costuma se manifestar nessa fase.

2. Ter bons hábitos de sono
A queda nos níveis de estrogênio, um dos primeiros efeitos da menopausa, pode causar insônia e dificuldade para dormir. A falta de descanso adequado pode ter consequências que vão desde a diminuição da libido até confusão mental e fadiga.

Para combater esse problema, é importante manter uma rotina (dormir e acordar nos mesmos horários), desligar os eletrônicos à noite e deixar o quarto arejado e totalmente escuro.

3. Manter uma alimentação saudável
A alimentação pode ser uma forte aliada da mulher no combate ao efeito da menopausa. Equilibrar a dieta pode ser a chave para controlar os sintomas e diminuir o desconforto do climatério. Confira algumas sugestões:

diminuir a quantidade de sal (sódio) dos alimentos ajuda a controlar o inchaço;
incluir três colheres de soja cozida no cardápio diário pode diminuir as ondas de calor;
consumir alimentos ricos em cálcio (como laticínios, vegetais verde-escuros e sardinha) previne a osteoporose;
aumentar o consumo de alimentos ricos em magnésio (como peixes e oleaginosas) reduz a fadiga e a irritabilidade.
4. Fazer reposição hormonal
A terapia de reposição hormonal é uma opção polêmica, porém eficaz, para o tratamento das ondas de calor e redução dos efeitos da menopausa. É importante consultar um profissional e avaliar o histórico médico e a intensidade dos sintomas antes de iniciar a reposição com estrogênio ou com uma combinação de estrogênio e progesterona.

A reposição hormonal não é indicada para mulheres que apresentam fatores de risco pra câncer de mama ou doenças cardíacas, por exemplo.

5. Estar em dia com os check-ups
O acompanhamento médico é essencial para controlar o efeito da menopausa e garantir que os sintomas não estão ocultando doenças ou problemas de saúde disfarçados.

A partir dos 50 anos é recomendado repetir anualmente os exames de controle de glicemia, colesterol, taxas de vitamina D e cálcio, mamografia e exames ginecológicos de rotina.

A menopausa pode se prolongar até os 65 anos, quando os ciclos menstruais cessam por completo. Porém, apesar das mudanças físicas e psicológicas comuns dessa fase, nada impede que a mulher mantenha uma rotina ativa e produtiva, investindo em qualidade de vida e saúde.

Quer se preparar para o climatério ou reduzir os sintomas da menopausa? Agende uma consulta com o ginecologista e fique em dia com a sua saúde!
VEJA QUANTAS CALORIAS ESSAS ATIVIDADES FÍSICAS POPULARES QUEIMAM.
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Tudo o que fazemos queima calorias. Sentar e ler queima calorias, já que o cérebro é uma grande fornalha de energia. Mas você já parou para pensar quais exercícios físicos gastam mais energia?
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A Mayo Clinic analisou pesquisas do US National Institutes of Health para criar uma lista com as atividades físicas mais populares para comparar seus impactos calóricos. Essas atividades estão ordenadas das menos intensas para as mais intensas, que estão no final da lista.

Uma maneira simples de diminuir pela metade as calorias do arroz
Como pessoas pesadas queimam mais energia que pessoas leves para fazer a mesma ação, há dois gastos calóricos na lista, um para pessoas de 72kg e outro para pessoas com 90kg. Segundo pesquisa publicada na BMC Public Health, o peso médio de mulheres e homens brasileiros é de 73kg e 63kg, respectivamente.
Também é importante notar que os números de calorias valem apenas para 60 minutos completos de prática da atividade, então se você passou 15 minutos sentado no banco de reserva do futebol, a queima calórica será menor. [Mayo Clinic, Science Alert]

Outra diferença é realizar a atividade de forma vigorosa ou moderada. Confira:
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30. Hatha yoga: 183 calorias/hora (para pessoa de 72kg) 228 cal/h (para pessoa de 90kg)
29. Caminhada lenta (3km/h): 204 cal/h 255 cal/h
28. Boliche: 219 cal/h 273 cal/h
27. Dança de salão: 219 cal/h 273 cal/h
26. Tai Chi: 219 cal/h 273 cal/h
25. Canoagem: 256 cal/h 319 cal/h
24. Bicicleta lenta (menos de 16km/h): 292 cal/h 364 cal/h
23. Vôlei: 292 cal/h 364 cal/h
22. Power yoga: 292 cal/h 364 cal/h
21. Caminhada rápida (5km/h): 314 cal/h 391 cal/h
20. Aeróbica de pouco impacto: 365 cal/h 455 cal/h
19. Elliptical: 365 cal/h 455 cal/h
18. Treino de resistência / levantamento de peso: 365 cal/h 455 cal/h
17. Caiaque: 365 cal/h 455 cal/h
16. Hidroginástica: 402 cal/h 501 cal/h
15. Natação moderada: 423 cal/h 528 cal/h
14. Máquina de remar: 438 cal/h 546 cal/h
13. Patinação no gelo: 511 cal/h 637 cal/h
12. Aeróbica de grande impacto: 533 cal/h 664 cal/h
11. Roller: 548 cal/h 728 cal/h
10. Jogo de basquete: 584 cal/h 728 cal/h
9. Escalada: 584 cal/h 728 cal/h
8. Tênis: 584 cal/h 728 cal/h
7. Corrida (8km/h): 606 cal/h 755 cal/h
6. Correr na escada: 657 cal/h 819 cal/h
5. Natação vigorosa: 715 cal/h 892 cal/h
4. Taekwondo: 752 cal/h 937 cal/h
3. Futebol: 752 cal/h 937 cal/h
2. Pular corda: 861 cal/h 1.074 cal/h
1. Correr rápido (12km/h): 861 cal/h 1.074 cal/h